Archivo mensual: noviembre 2014

Almas gêmeas

Caminhava devagar, absorta. Ia contando os passos. Procurava por o pé no centro dos paralelepípedos. Tinha que dar tantos passos quantos paralelepípedos houvesse na calçada. Não pisava as raias. Não tinha pressa. Ninguém a esperava em lugar nenhum. Foi então … Seguir leyendo

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Sonhos

Ouviu o som dum despertador. Ela passeava descalça pelas margens dum sonho recorrente. Soube que aquele despertador era o dela; que aquela musiquinha ranheta era para ela. Mas não sabia se desejava acordar. Para quê, perguntava-se: para sofrer um dia … Seguir leyendo

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O ELEVADOR

Só percebeu que o elevador não estava lá, quando entrou nele. Por um segundo estranhou aquela presença de aço, justo no seu andar. A porta escancarada, como uma gigantesca boca pronta para engoli-la. Mas naquele dia ela estava alheia, confusa. … Seguir leyendo

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Maria

Maria Canta como um anjo e dança como um demônio, dizia quem teve a sorte de vê-la atuar. Ela ouvia e calava. Quem cala consente, afirmava a mãe. Ela não consentia, não. Ela transmutava-se. A voz vinha do fundo do … Seguir leyendo

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O Perdón

Aquela mulher perturbava-o, lá no mais íntimo do seu ser, e ele não sabia lidar com essas sensações. Nunca lhe havia acontecido nada igual. Foi vê-la ali, de joelhos, a seus pés, submissa, com o olhar baixo, completamente entregue, para … Seguir leyendo

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Popotitos

Siempre le gustó la montaña, siempre. Cuando era pequeña, arrimaba una banqueta a la ventana y se estiraba peligrosamente para verlas. Su madre se acercaba silenciosamente por detrás, abrazaba con fuerza su cintura y la depositaba con cuidado en el … Seguir leyendo

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Caos

Entrou no elevador saturado de gente e apertou o nono andar. Caminhou até a sala de reuniões, olhou as pessoas sentadas em torno à mesa, e ocupou o lugar com seu nome. Acabara de chegar à cidade, e ainda não … Seguir leyendo

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